Clube da Miniatura Auto de Guimarães
10/10/13
25/09/13
Expo Clássicos 2013 Guimarães
Na Expo Clássicos de Guimarães vai estar em Exposição várias miniaturas e alguns temas.
- Miniaturas da Marca Solido várias escalas.
- Miniaturas Ferrari vários Fabricantes.
- Miniaturas Vitesse os primórdios.
- Objectos de Automobilia.
07/09/13
TÁXIS - PLANETA DeAGOSTINI
Mais uma colecção da Editora Planeta DeAgostini sobre Táxis do Mundo, a não perder já nas bancas ou comodamente em sua casa.
É bastante interessante esta colecção porque nos aborda os vários Táxis do Mundo e cidades com os seus Táxis a embelezarem as estradas com as cores distintas para cada país.
Mais uma para fazer e adornar as prateleiras................
29/08/13
21/08/13
13/08/13
Lotus Esprit de James Bond vai a Leilão
Este automóvel, oferecido a leilão pela RM Auctions em Battersea, é o único submersível totalmente operacional construído pela Perry Oceanographic, tendo sido desenvolvido e projectado especialmente para a famosa cena subaquática deste 007 nas Bahamas.
Após as filmagens subaquáticas, o “Wet Nellie”, como foi apelidado, foi enviado para Long Island onde ficou armazenado durante dez anos, até terminar o aluguer e ir a hasta pública, de onde saiu vencedor um casal da zona, que com grande admiração mais tarde se apercebeu do que tinha em mãos.
“Nós temos um grande historial na venda de automóveis icónicos de filmes incríveis, este Lotus, em particular, está entre os carros mais famosos de todos os tempos. Ao longo dos anos, milhões de espectadores contemplaram o Esprit transformar-se num submarino, e agora é possível que algum deles tenha a oportunidade de o adquirir”, Max Girardo, director administrativo da RM Auctions na Europa.
Este fabuloso automóvel e estrela de cinema, que na altura custou mais de 100 mil dólares americanos, cerca de quase meio milhão de dólares nos dias de hoje, será leiloado no dia 9, juntamente com a colecção de Laidlaw, encerrando os dias de venda da RM Auction em Londres.
12/08/13
Vespa GS - Auto Art
A vespa que apresentamos aqui à escala 1:12 é da Auto Art, um bem conseguido exemplar, com os pormenores que devem estar bem presentes, boa apresentação.
A vespa GS identifica-se pelo seu trabalhar, pelo seu corpo e pela sua condução, é uma vespa diferente "mesmo", sente-se a garra, o tremer o guiador, um trabalhar à homem, entre muitas características técnicas a identificar.
11/08/13
Lotus Evora - Corgi Toys
10/08/13
Lotus Cortina - Dinky Toys
A beleza e estética do Lotus Cortina tem particularidades que lhe são comuns e é reconhecido onde quer que se apresente.
08/08/13
Vespa 400 - Dinky Toys
Este fabulosos micro carros, são uma paixão para muita gente, quando em estado normal, mas como não se consegue ter tudo, optamos por arranjar uns mais pequeninos para fazer as delicias e alimentar paixões.
06/08/13
Os Alemães - Prameta
Nos anos cinquenta, na cidade de Colónia, mais conhecida mundialmente pela sua água, fabricaram-se modelos em miniatura de admiráveis capacidades mecânicas e de uma precisão só comparável aos relógios Suíços. Os Prameta.
O nome destes interessantes modelos de automóveis em miniatura, parece surgir da contracção de “Pramie” = prémio e “Metall” e a sua produção situa-se entre 1948 e 1958. Durante esse curto período de tempo foram fabricados cinco fascinantes modelos, cujas escalas variavam entre 1/40 e 1/30.
A carroçaria de elevado detalhe e robustez, era composta por uma única peça cromada, tendo por vezes sido pintada em diferentes cores para alargar o leque de variantes.
A base suportava um fortíssimo mecanismo de corda (que lhe permitia deslizar trinta metros) e só era possível rodá-lo com uma chave própria na forma de um polícia de trânsito. Esta corda difícil de quebrar, trazia uma garantia de seis meses. Possuía também na base vários manípulos para regular a direcção (fazia movimentos em zig-zag), velocidade e marcha-atrás.
O folheto de instruções era bastante detalhado, sendo apresentado em sete línguas, da qual a Portuguesa não fazia parte.
O primeiro modelo a aparecer (e o mais raro de todos), foi o Volkswagen carocha de óculo dividido (split) que contrariamente aos modelos posteriores, não teve o “brilho” necessário tanto mecanicamente como no seu aspecto, para permanecer no grupo. Seguiu-se o Buick Roadmaster, uma reprodução fiel e um verdadeiro carro “automatizado”, apesar de ser o mais pequeno dos cinco (escala 1/40).
Em 1953, surge o Mercedes–Benz 300 Adenauer (com o seu característico guarda–vento para fumadores), miniatura muito bem conseguida à escala 1/37. Em 1954 aparece o Jaguar XK 120 Coupé à escala 1/30, a miniatura apresenta-se ligeiramente alta o que retira alguma beleza às suas linhas.
Em 1955 a encerrar a produção, surge o bonito Opel Kapitan 555 à escala 1/33. Todos estes modelos partilhavam as características comuns do Buick: rigor estético na reprodução em relação ao modelo real e complexidade de mecanismos.
Presentemente muito procurados por coleccionadores “exigentes”, os Prameta atingem valores elevados, quando encontrados em bom estado e com a original chave-de-corda.
Na época em que apareceram, custavam uma pequena fortuna. Basta dizer que um desses carros dava para comprar uma dúzia de Dinky-Toys.
O nome destes interessantes modelos de automóveis em miniatura, parece surgir da contracção de “Pramie” = prémio e “Metall” e a sua produção situa-se entre 1948 e 1958. Durante esse curto período de tempo foram fabricados cinco fascinantes modelos, cujas escalas variavam entre 1/40 e 1/30.
A carroçaria de elevado detalhe e robustez, era composta por uma única peça cromada, tendo por vezes sido pintada em diferentes cores para alargar o leque de variantes.
A base suportava um fortíssimo mecanismo de corda (que lhe permitia deslizar trinta metros) e só era possível rodá-lo com uma chave própria na forma de um polícia de trânsito. Esta corda difícil de quebrar, trazia uma garantia de seis meses. Possuía também na base vários manípulos para regular a direcção (fazia movimentos em zig-zag), velocidade e marcha-atrás.
O folheto de instruções era bastante detalhado, sendo apresentado em sete línguas, da qual a Portuguesa não fazia parte.
O primeiro modelo a aparecer (e o mais raro de todos), foi o Volkswagen carocha de óculo dividido (split) que contrariamente aos modelos posteriores, não teve o “brilho” necessário tanto mecanicamente como no seu aspecto, para permanecer no grupo. Seguiu-se o Buick Roadmaster, uma reprodução fiel e um verdadeiro carro “automatizado”, apesar de ser o mais pequeno dos cinco (escala 1/40).
Em 1953, surge o Mercedes–Benz 300 Adenauer (com o seu característico guarda–vento para fumadores), miniatura muito bem conseguida à escala 1/37. Em 1954 aparece o Jaguar XK 120 Coupé à escala 1/30, a miniatura apresenta-se ligeiramente alta o que retira alguma beleza às suas linhas.
Em 1955 a encerrar a produção, surge o bonito Opel Kapitan 555 à escala 1/33. Todos estes modelos partilhavam as características comuns do Buick: rigor estético na reprodução em relação ao modelo real e complexidade de mecanismos.
Presentemente muito procurados por coleccionadores “exigentes”, os Prameta atingem valores elevados, quando encontrados em bom estado e com a original chave-de-corda.
Na época em que apareceram, custavam uma pequena fortuna. Basta dizer que um desses carros dava para comprar uma dúzia de Dinky-Toys.
Luso - toys as miniaturas Portuguesas
Pouco se tem falado destas miniaturas Portuguesas. Todavia, sem a sua existência, provavelmente não teriam existido outras marcas como a Vitesse e Onyx que se tornariam líderes mundiais no fabrico de miniaturas à escala 1/43.
Estávamos em período pós-revolucionário (meados de 1976), quando uma equipa liderada por dois homens do Norte, arregaçaram as mangas e decidiram avançar com o fabrico em série de miniaturas à escala 1/43. A conjuntura internacional no mercado dos brinquedos era de grande convulsão e colapso.
Os gigantes Ingleses como a Dinky e a Corgi Toys afundavam-se a olhos vistos, face a uma sucessão de erros estratégicos. Porém, nada demoveu estes Portugueses de avançarem com o seu projecto, tendo para tal se instalado na Maia.
A Luso-Toys avançou com a criação de modelos em plástico, passando de seguida para os modelos em metal zamac (uma mistura de zinco, alumínio, magnésio e cobre). Os modelos eram vendidos na forma de kit por montar, ou apareciam já montados, numas caixas por vezes mal dimensionadas o que fazia com que as miniaturas “dançassem” dentro delas.
Inicialmente os modelos apresentados, foram os Lolas de competição que incluíam uma equipa nacional, patrocinada pelo Banco Intercontinental Português (BIP), imagem de marca que ficou intimamente ligada ao arranque do Autódromo do Estoril.
Na vertente de Rallyes é de salientar a miniatura em metal do Opel Kadett GTE, da dupla Mequêpê/João Baptista que atingiu um excelente terceiro lugar, no Rally Vinho do Porto em 1977. Na velocidade temos a miniatura de um Porsche 935, preparado pela Garagem Aurora do Porto, Garagem essa que sofreu um violento incêndio em 1981, tendo lá ardido o Porsche Aurora de Rufino Fontes.
Esta é uma pequena amostra dos modelos mais originais que a Luso-Toys fabricou que hoje são referências para coleccionadores em todo o mundo. Nenhum coleccionador estrangeiro de miniaturas Citroën, dispensa uma carrinha GS ambulância ou um coleccionador de Fords abdica dos seus Escortes e Capris MK II da Luso-Toys, assim como os Clubes Opel da Alemanha e Holanda procuram incessantemente o GT/E.
Do início da década até meados dos anos oitenta, data do seu encerramento, a Luso-Toys ainda fabricou alguns modelos interessantes mas que eram em tudo semelhantes a outros modelos concorrentes. Basta lembrar os modelos Opel Corsa e Rekord do fabricante alemão Gama, que praticamente só se distinguiam dos Luso-Toys pelas caixas.
Estávamos em período pós-revolucionário (meados de 1976), quando uma equipa liderada por dois homens do Norte, arregaçaram as mangas e decidiram avançar com o fabrico em série de miniaturas à escala 1/43. A conjuntura internacional no mercado dos brinquedos era de grande convulsão e colapso.
Os gigantes Ingleses como a Dinky e a Corgi Toys afundavam-se a olhos vistos, face a uma sucessão de erros estratégicos. Porém, nada demoveu estes Portugueses de avançarem com o seu projecto, tendo para tal se instalado na Maia.
A Luso-Toys avançou com a criação de modelos em plástico, passando de seguida para os modelos em metal zamac (uma mistura de zinco, alumínio, magnésio e cobre). Os modelos eram vendidos na forma de kit por montar, ou apareciam já montados, numas caixas por vezes mal dimensionadas o que fazia com que as miniaturas “dançassem” dentro delas.
Inicialmente os modelos apresentados, foram os Lolas de competição que incluíam uma equipa nacional, patrocinada pelo Banco Intercontinental Português (BIP), imagem de marca que ficou intimamente ligada ao arranque do Autódromo do Estoril.
Na vertente de Rallyes é de salientar a miniatura em metal do Opel Kadett GTE, da dupla Mequêpê/João Baptista que atingiu um excelente terceiro lugar, no Rally Vinho do Porto em 1977. Na velocidade temos a miniatura de um Porsche 935, preparado pela Garagem Aurora do Porto, Garagem essa que sofreu um violento incêndio em 1981, tendo lá ardido o Porsche Aurora de Rufino Fontes.
Esta é uma pequena amostra dos modelos mais originais que a Luso-Toys fabricou que hoje são referências para coleccionadores em todo o mundo. Nenhum coleccionador estrangeiro de miniaturas Citroën, dispensa uma carrinha GS ambulância ou um coleccionador de Fords abdica dos seus Escortes e Capris MK II da Luso-Toys, assim como os Clubes Opel da Alemanha e Holanda procuram incessantemente o GT/E.
Do início da década até meados dos anos oitenta, data do seu encerramento, a Luso-Toys ainda fabricou alguns modelos interessantes mas que eram em tudo semelhantes a outros modelos concorrentes. Basta lembrar os modelos Opel Corsa e Rekord do fabricante alemão Gama, que praticamente só se distinguiam dos Luso-Toys pelas caixas.
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